Capela da Hanna
  
Quem é Mãe Vera
Mãe Vera e Capela da Hanna, relatada por seus filhos e colaboradores.

História

Mãe Vera, Maga, Ministrante de Teologia e Desenvolvimento Mediúnico, Dirigente Espiritual há doze anos, foi criada na Igreja Católica, onde participou do Grupo de Jovens da Comunidade. Embora desde tenra idade, tenha vivenciado várias experiências mediúnicas, somente iniciou sua vida espiritual, aos dezoito anos no Kardecismo. Passou pelo Candomblé, todavia, encontrou-se na Umbanda, onde como cambone, ingressou na Tenda do Caboclo Flecha Branca e Mamãe Oxum, no bairro de Pirituba em São Paulo, aos 25 anos de idade.
Lá muito aprendeu e foi nesta Tenda que os Guias, que até hoje se manifestam através dela, deram a ela e sua família a missão de fundarem a Tenda de Umbanda Caboclo Pena Branca e Vovó Sabina, tendo como nome, Casa de Oração Paulo de Tarso, a qual se iniciou no bairro do Butantã, na sala da casa de sua mãe, com um simples evangelho no lar, realizado inicialmente por seis pessoas, conforme as instruções do Plano Astral, passadas aos fundadores, pelo Caboclo Pena Branca e Vovó Sabina, depois pela mentora Hanna, tendo sempre por aparelho, a dirigente espiritual Vera.
Nesta Casa, sob o amparo e orientação amorosa dos Guia Chefes, Caboclo Pena Branca, Vovó Sabina,da mentora Hanna e do guardião Sr. Exú Marabô, muitos foram assistidos, conduzidos e preparados para continuarem suas missões. No ano de 2005, quase dez anos depois da fundação, após problemas internos, a Casa se dividiu em três, todas com raízes na Paulo de Tarso, onde Mãe Vera foi fundadora e dirigente espiritual.

Em Aruanda não há paredes, assim, o Caboclo Pena Branca continua olhando por todos que um dia esteve sob os seus cuidados, bem como Pai Benedito de Aruanda e Caboclo Ogum Beira Mar, que após a cisão, consagraram seus respectivos aparelhos mediúnicos, Dirigentes Espirituais, os quais já haviam sido coroados pelo Caboclo Pena Branca, através da mãe Vera, para conduzirem juntos os trabalhos da Casa de Oração Paulo de Tarso, e, tornaram-se Guias Chefes em suas Casas, amparando a exemplo do que fizeram Hanna, Vovó Sabina e Caboclo Pena Branca, todos os médiuns que passaram pela antiga Paulo de Tarso, a qual, conforme instruções passadas pelos Guias Fundadores, recolheu-se em Aruanda, de onde sustenta as três novas Casas que surgiram.

A Casa que mais manteve a essência inicial, por ter mantido os mesmos Guias chefes, a mesma Dirigente Espiritual e os mesmos propósitos caritativos, é a Capela da Hanna, que por humildade da mãe Vera e recomendação dos Guias incorporados em diversos templos e através de diversos médiuns, bem como do Caboclo Pena Branca e da Vovó Sabina, abriu mão da nomenclatura inicial, até mesmo para desempregar tudo e todos que com a Capela da Hanna seguiriam, de quaisquer energias enfermiças, viciadas e negativadas, advindas da antiga Casa de Oração Paulo de Tarso.

Hoje, cada casa segue seu caminho em endereços distintos, auxiliando e trabalhando na caridade. Mãe Vera segue à frente da "Nossa Capela", como costumamos carinhosamente chamar nossa Tenda de Umbanda, a qual abriga a todos que trabalham por amor e praticam a caridade desinteressada.

Por determinação do Plano Astral, e devido ao grande número de projetos sociais e culturais desenvolvidos na Capela, pela mãe Vera, surgiu a necessidade de constituirmos uma ONG, para melhor atender os nossos propósitos e objetivos sem, no entanto, ferir os trabalhos espirituais e religiosos da Tenda de Umbanda.

A Associação Beneficente Capela da Hanna, é uma Instituição filantrópica, sem fins lucrativos, com personalidade jurídica própria, tendo como finalidade apoiar e desenvolver ações para a defesa, elevação e manutenção da qualidade de vida sustentável do ser humano, da religiosidade, das comunidades menos favorecidas, da participação social, contra a exclusão social, em defesa do meio ambiente e através das atividades de educação cultural, social, profissional, religiosa e por parcerias que viabilizem geração de emprego às pessoas e às classes a serem defendidas.

A missão da mãe Vera é:
Preparar um futuro melhor, tirando nossas crianças das ruas, amparando famílias, não só através da distribuição de alimentos e roupas, mas dando a todos assistência psicológica, formação moral e religiosa, valorização do ser humano, orientação e uma nova direção para que o sol volte a brilhar em suas vidas.

A Capela da Hanna, também é responsável, além de vários projetos de cunho social, pela ajuda mensal e auxílio espiritual dada a Casa da Criança Excepcional Maria Maia e a Associação Amigos do Bairro Jd. Farah, que abriga 72 crianças carentes.

Entre os nossos vários Projetos Sociais, está o consagrado Projeto LAROIE, idealizado pela Capela da Hanna, através da mãe Vera, em seu terceiro ano de sucesso e realização.

Fazem parte também dos vários Projetos em desenvolvimento, da Capela da Hanna, idealizados pela Mãe Vera:

A Capela da Hanna, através de seus Fundadores Vera Lúcia Sant’Anna e Eduardo Rodrigues, detém o direito sobre todas as Logos e Marcas por eles criadas, bem como textos, idéias e músicas que compõem estes Projetos Sócio-Culturais como um todo, não autorizando ninguém a representá-los, ou falar em seus nomes, sem prévia autorização por escrito, com firma devidamente reconhecida e registrada, e contrato de prestação de serviços, devidamente assinado e acordado.

Dentro do Universo Religioso, mãe Vera já teve a oportunidade de ministrar todos os sacramentos umbandistas, inclusive o fúnebre, levando à Comunidade, todo o amparo e assistência espiritual, desde o nascimento até a passagem para o plano espiritual. Também de dois em dois meses, leva o Terreiro para realizar nos pontos de forças naturais, oferendas rituais aos pais e mães Orixás, sendo em janeiro na mata, em abril no rio, em junho no lago, em agosto no campo santo, em outubro na cachoeira e em dezembro na praia.

Todas as 2ª feiras, conforme calendário anual da casa, mãe Vera dirige os trabalhos espirituais aberto ao público em geral e antes da abertura, ela mesma promove uma pequena palestra, onde pouco a pouco, desperta em todos o interesse pela religião, através da compreensão da mesma, da liturgia, do uso dos objetos materiais e principalmente a religiosidade, aumentando assim, semana a semana o número de fiéis na Tenda.

Na área social, o espírito de solidariedade e realização da mãe Vera é muito forte. Mãe Vera nunca mediu esforços, ou se recusou a abrir as portas do seu Lar, onde reside com o marido e a filha, para receber a todos com muito amor, carinho e respeito. Nunca perguntou a condição social, nunca se importou com a cor, ou com a religião, se eram devedores da Lei dos Homens ou da Lei Divina, tão pouco se estavam doentes no físico ou na alma. Porém, sempre teve uma palavra certa e adequada para o momento, muitas vezes, devolvendo a esperança e a fé àqueles que nada mais tinham para acreditar.
A festa de Natal, promovida pela mãe Vera, na Capela da Hanna, para as crianças carentes da comunidade e da creche, emociona e deixa um gosto de quero fazer de novo.

Entre todos os Projetos da Capela da Hanna, o mais recente e que mais vem despertando a atenção dos jovens e das crianças, é o Projeto Natureza, com várias fazes já em andamento, entre elas, a preocupação com o reflorestamento da Mata Atlântica.

No último LAROIE realizado já no espaço oferecido para a Capela da Hanna pela própria comunidade do Sapê, as crianças receberam orientações pertinentes quanto ao plantio e reflorestamento, podendo inclusive participar do plantio de algumas mudas nativas.

Neste projeto, é possível observar a perfeita integração entre várias faixas etárias, conforme proposto pela mãe Vera, cujos olhos atentos, demonstram a responsabilidade e seriedade com que comanda tudo e todos.

A meta referente distribuição de alimentos não perecíveis, para o ano de 2.007, foi estimada pela Diretoria da Capela da Hanna, em 5 toneladas/ ano, mas o esforço de todos os médiuns, somados ao pulso firme da mãe Vera, que é uma empreendedora e administradora nata, elevaram este número para 10 toneladas, como mostram os gráficos e dados gerenciais da Capela, a qual mãe Vera faz questão de administrar como se fosse uma Empresa e controlar de forma bastante transparente, para que todos possam acompanhar desde o saldo zero no ato da constituição da casa em 15/11/2.005, até o presente momento, com lançamentos em tempo real, referente aos débitos e créditos, sempre fixados do quadro de avisos da Capela a disposição de todos, vivenciando um verdadeiro modelo administrativo.

Mãe Vera, tão amada quanto criticada, por seu modo irreverente, extrovertido, alegre, otimista, porém firme e extremamente correta de ser e agir. É bastante polêmica, pois não aceita injustiças, não baixa a cabeça diante de pessoas que se acham importantes mas que não têm nada à oferecer. Não tem medo de nada, fala sempre o que acredita ser verdadeiro, não se importando com as conseqüências as quais, sempre assume com dignidade e hombridade, pois diante dos fatos, a veracidade do que fala e assume é sempre comprovada de modo contundente, o que acaba por incomodar aqueles que não conseguem agir com retidão. Não consegue continuar próxima de pessoas que por ventura ela perceba que faltam com a verdade, promovem intrigas, ou agem em benefício próprio. Assim, quando percebemos que a mãe Vera se distanciou de alguém, ou deixou de freqüentar determinados locais, não a questionamos, apenas aguardamos o tempo, pois esta Força Implacável do Pai Maior, sempre se encarrega de mostrar Quem é Quem para tudo e para todos.
É extremamente exigente e perfeccionista, tanto consigo mesma quanto com todos. Carismática, bonita e envolvente, atrai a atenção por onde passa, causando em muitos que não a conhecem, despeito e sentimento de soberbia, mas para quem convive com ela, ou se permite conhecer um pouquinho a seu respeito e sobre o seu trabalho, logo percebe o quanto é humanitária, solidária, amorosa e verdadeiramente Mãe, no mais amplo sentido da palavra.

Tem em si uma força inquebrantável e fé inabalável. Ensina que tudo se faz, se determina,se pede, se agradece e se obtém, através da Oração, que deve vir do mais puro íntimo de cada um, e não através de palavras decoradas lançadas ao vento. Nos ensina que cada um deve fazer por si mesmo, e não delegar aos outros, a obrigação de orar e pedir por si.

Acredita sempre que está fazendo pouco, e não gosta de receber elogios ou comentários sobre seu trabalho, ao que responde sempre: “Não sou exemplo, só faço a minha parte, cada um que faça a sua, e todos nós teremos um mundo melhor”.

Cuida do corpo mediúnico da Capela em todos os aspectos e sentidos, promovendo a união, impedindo fofocas e rachaduras na casa, tornando o ambiente saudável e prazeroso, fazendo com que o encerramento de cada Gira, ou projeto, deixe sempre um gosto de “quero mais”.

Planta sementes, cuida com carinho, mas sabe que várias são as razões para que as flores desabrochem com algum tipo de anomalia. Porém, não as despreza, mas as aproveita de acordo com a necessidade e merecimento de cada uma, sempre respeitando o tempo necessário a cada uma delas.

Busca sempre a Evolução no coletivo, com isso, faz da Corrente Mediúnica, um grupo bastante forte e unido, onde todos os “verdadeiramente” seus filhos, espelhados em seus exemplos, procuram mostrar um pouco do que com ela estão aprendendo.

“Muitos, que ainda não estão prontos para acompanhar o seu ritmo e obedecer a seu comando firme, correm gira”, batendo de porta em porta, sem encontrarem-se a si mesmos, e lançando críticas ferrenhas, a quem tanto trabalha pelo bem de todos e promove a Paz, mesmo que para isso, precise primeiro guerrear. Assim é mãe Vera de Iansã, assim somos nós os seus filhos, assim é a Capela da Hanna.

Se for dia de Gira, nossa corrente está forte e trabalha coesa, com fé, amor e humildade, ninguém falta aos trabalhos.
Se for dia de projeto, todos estão juntos, alegres para servir e praticar a Caridade.
Se chega a Demanda, todos estão unidos para defender a Capela da Hanna.
Se for dia de festa, não importa onde, festejamos com alegria e respeito.
Se for para falar da Capela, fazemos com determinação, verdade e entusiasmo.
Pois está em cada um de nós, o Orgulho sadio de sermos DÁ e A Capela!

Isso tudo devemos a Mãe Vera, que com pulso firme, seriedade, determinação, motivação, alegria, comprometimento e de forma muito saudável, nos ensina, tanto na prática da caridade, quanto na vida, no nosso dia a dia, onde sempre colocamos em prática os seus ensinamentos.

Para alguns, mãe Vera é uma BRUXA, para muitos ela é uma FADA. Mas, quem foi que disse que a BRUXA precisa ser má?

Mãe Vera, nasceu em São Paulo, no dia 09/01/1.967, capricorniana, gênio forte, compenetrada, autêntica, muito organizada e determinada.
Dirigente Espiritual e Presidente da Associação Beneficente Capela da Hanna
Administradora por profissão, tem curso superior completo, especialização e fala mais de um idioma. Casada, têm uma filha, ama sua família, e é apaixonada pelas causas que defende.

Como diz o hino da Capela da Hanna, escrito pela mãe Vera e Eduardo:

“Já é tempo de paz e entendermos com mais maturidade, que a Umbanda é um único ser e não é rivalidade...”

“...só a força do amor é capaz de mostrar o que é invisível, se você merecer, tendo fé, com amor tudo é possível”

Trabalhos Espirituais – todas as 2ª feiras a partir das 20h30min
Ministrante de Teologia de Umbanda as 5ª feiras e Desenvolvimento Mediúnico as 6ª feiras
Endereço da Tenda de Umbanda: Rua Cel. Paulo Souza Barros, 121 – Butantã
site: www.capeladahanna.com.br, e-mail: capeladahanna@yahoo.com.br

Mãe Vera - Por seus Filhos Espirituais, Amigos, Marido e Filha.

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